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quarta-feira, 28 de junho de 2017

China constrói primeira cidade 100% sustentável do mundo

O projeto feito do zero incluí 40 mil árvores e quase um milhão de plantas

Projetada pelo arquiteto italiano Stefano Boeri, a primeira "cidade floresta" da China, e do mundo, está em construção. A nova metrópole verde deve ficar em Liuzhou e acomodar cerca de 30 mil pessoas, com casas, hotéis, escritórios, hospitais, escolas e tudo aquilo que uma cidade tradicional precisa. O ousado plano é inspirado, entre outros projetos, na "floresta vertical" construída por Stefano em Milão.


Financiado pelo setor de planejamento urbano de Liuzhou, o projeto não levará mais de três anos para ser construído e já tem inauguração prevista para 2020. Ocupando um terreno de 175 hectares, a cidade estará ao longo do rio Liujiang e será conectada a Liuzhou com uma linha ferroviária de alta velocidade.

No total, a "cidade da floresta" receberá 40 mil árvores e quase um milhão de plantas de mais de 100 espécies diferentes. Vegetação que ao ser colocada sobre as fachadas de todos os edifícios não só embelezam o projeto, mas, automaticamente, melhoram a qualidade do ar, diminuem a temperatura média e criam barreiras naturais contra os ruídos.


A expectativa é que a "cidade floresta" seja capaz de produzir, em um ano, aproximadamente 900 toneladas de oxigênio, além absorver quase 10 mil toneladas de dióxido de carbono e 57 toneladas de poluentes.O projeto ainda contribuirá para a biodiversidade da região, gerando habitats para aves, insetos e pequenos animais.
Segundo o escritório de Stefano: "Pela primeira vez na China e no mundo, um complexo urbano combinará o desafio da auto-suficiência energética e do uso de energia renovável com o de aumentar a biodiversidade e efetivamente reduzir a poluição do ar - o que é realmente crítico para a atual China".

POR GIOVANNA MARADEI 
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As misteriosas pedras vivas da Romênia: elas crescem e se deslocam



Localizado na Romênia, encontramos algo que, ao princípio, pode parecer impossível: pedras capazes de crescer e mover-se. Referidos como "trovadores", as pedras curiosas perplexo peritos desde a sua descoberta. Ninguém pode dizer com certeza como essas pedras crescem, e como elas podem se mover. 
Embora muitos associem a Romênia como o país de Dracula, e alguns pensam em pilhas de vampiros sanguinários outras criaturas criadas pela imaginação de Hollywood, esse país também é o lar de um dos objetos mais misteriosos da Terra: as Pedras Vivas.
As pedras vivas enigmáticas podem crescer de alguns milímetros, até 10 metros.
Localizado perto de Costesti, uma pequena vila romena, encontramos objetos curiosos chamados de "trovadores". Trovants é um termo geológico romeno que simplesmente significa areia cimentada. O nome foi introduzido pelo naturalista romeno Gh. M. Murgoci em seu trabalho "O Terciário em Oltenia".
Em 2004, o "Muzeul Trovantilor" ou a "Reserva Natural do Museu Trovants" foi encomendado para proteger as criações geológicas incomuns.
Você pode até plantar um "trovant" em seu jardim e esperar que ele cresça.

Os locais também se referem às pedras misteriosas como "As Pedras que Crescem", pois, após cada chuva, novas formações se elevam do solo. Isso levou à criação de inúmeros mitos.

Toda vez que chove, as pedras adormecidas vêm à vida e começam misteriosamente ... crescendo.
As enigmáticas "pedras vivas", literalmente, saltam à vida depois de entrarem em contato com a água após fortes chuvas.
No entanto, essas pedras enigmáticas não só são capazes de crescer, os cientistas descobriram que eles são capazes de MOVER de um ritmo para outro.

Pedras que crescem e ... se movem?

Os cientistas ainda não conseguiram explicar com sucesso a Terra.
De acordo com o Congresso Geológico Internacional realizado em Oslo, 2008, "Trovanti" foi incorretamente considerado como "concreções de arenito".
Algumas explicações para o movimento das pedras se inclinam para explicações alternativas, como o magnetismo estranho, a intervenção alienígena e os vórtices de energia estranha na região.
Muitos acreditam que as misteriosas rochas vivas surgiram devido aos terremotos que abalaram a região há cerca de seis milhões de anos.
Curiosamente, quando os cientistas cortaram as pedras pela metade, descobriram que as "pedras vivas" consistem em areia e sais minerais cimentados e observaram anéis estranhos - como os que você vê quando corta uma árvore - que revelam sua idade. Isso levou muitos autores e especialistas a se referirem a essas pedras misteriosas como "forma inorgânica de vida".
Como muitos autores indicam, Trovants tendem a aparecer com formas lisas e sintéticas.
Cilíndrico, nodular e esférico; Os trovantes desenvolvem formas inconsistentes à medida que crescem e se multiplicam devido à secreção irregular de cimento.
No entanto, as pedras vivas não são "nativas" para a Romênia. Você pode encontrar "rochas" similares na Rússia, no Cazaquistão, na República Tcheca e em outros lugares.
Aqui estão alguns vídeos:



Lembre-se, se você for para a Romênia parar pela Costesti e confira essas fascinantes e misteriosas formações que continuam a surpreender tanto os cientistas como os turistas.
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Grupo católico Os Arautos do Evangelho está na mira do Vaticano por práticas indevidas de exorcismo

Integrantes dos Arautos do Evangelho, fundada por João Scognamiglio Clá Dias, grupo dissidente da TFP, assistindo missa de coroação de Nossa Senhora na Igreja do Sagrado Coração de Jesus em São Paulo (Paulo Pinto/Estadão Conteúdo/Dedoc)

Uma notícia do mundo católico revelada nos últimos dias pela imprensa italiana assombrou crentes e não crentes. Os Arautos do Evangelho, um tradicional grupo católico e de origem brasileira, está sendo investigado pelo Vaticano. O motivo da sindicância: uma gravação em vídeo divulgada em reportagem do vaticanista Andrea Tornielli, do jornal La Stampa que exibe os integrantes praticando exorcismos fora das fórmulas da Igreja. Com uma hora e 19 minutos de duração, o registro exibe o fundador da organização, o monsenhor João Scognamiglio Clá Dias, de 77 anos, reunido com cerca de 60 integrantes para apresentar uma transcrição do que seria um diálogo entre um sacerdote da própria associação e o demônio.

O ponto máximo é quando o papa Francisco se torna o assunto. O pontífice, que segundo os preceitos do catolicismo, tem de ser respeitado como a maior autoridade da Igreja, se transforma em alvo de chacota no tal diálogo. “E o Vaticano?”, pergunta o sacerdote do diálogo. Resposta: “Estou na cabeça. Ele é meu. Eu mexo na cabeça. Ele faz tudo o que quero. Ele é um estúpido. Ele me serve .” Pergunta o sacerdote: “Como será a morte dele?” Diz o demônio: “Ele vai escorregar e vai cair. Vai bater a cabeça. Mas ainda falta um pouco. Vai ser no Vaticano. E virá outro papa, Rodé (o nome citado é do cardeal esloveno Franc Rodé, de 82 anos, um dos críticos do pontificado de Francisco). E será bom.”


O exorcismo é aceito e praticado no catolicismo. Jesus Cristo, como diz as Escrituras, exorcizou e passou a incumbência aos doze apóstolos. Hoje, há cerca de 300 sacerdotes que o fazem no mundo, 10% deles no Brasil. Todos devem ter sido nomeados pelo bispo local. Na diocese da qual pertence Clá não há ninguém autorizado. Diz Juarez de Castro, pároco da Assunção de Nossa Senhora, em São Paulo: “O que se vê nesse vídeo é uma verdadeira alucinação, Clá ultrapassou os limites do que prega a fé católica.”


A tradição litúrgica admite a existência do diabo e a ele se deve renunciar. Mas, como explica o livro recém-publicado pela Confederação Nacional dos Bispos do Brasil (Cnbb), Exorcismos: Reflexões Teológicas e Orientações Pastorais: “A Igreja reprova as várias formas de superstição, a preocupação excessiva com satanás e os demônios. A Igreja sempre preferiu priorizar em sua pregação a Boa-Nova do Evangelho. Ela não coloca em destaque a fala sobre o maligno e sua ação contrária ao reinado de Deus.”


Os Arautos do Evangelho são uma dissidência da TFP. Ao longo de 30 anos, Clá participou da TFP e chegou a ser uma espécie de secretário particular, o homem de confiança de Plinio. Quatro anos depois da morte do Plínio ele criou os Arautos. Hoje a organização está presente em cerca de 50 países.

VEJA O VÍDEO NA MATÉRIA DA VEJA!

Por Adriana Dias Lopes
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Quem está por trás da morte dos tubarões encontrados em praia sem testículos, fígado e estômago

MARINE DYNAMICS / DYER ISLAND CONSERVATION TRUST
Uma das carcaças encontradas media mais de 4 metros de comprimento

Biólogos sul-africanos estão às voltas com um assassino serial. Ou melhor: dois.
Nas últimas semanas, especialistas do Dyer Island Conservation Trust, entidade com base na província de Western Cape, foram acionados quatro vezes para inspecionar carcaças de tubarões-brancos que apareceram em praias da região.
Todas apresentavam a mesma característica: tinham sido basicamente dissecadas para a remoção do fígado, com precisão quase cirúrgica - algumas tinham perdido coração, estômago e mesmo testículos.

O mistério aqui não é exatamente a identidade dos autores do "crime".

GETTY IMAGES
Fígado de tubarões seria petisco para orcas

Afinal, os biólogos sabem que os tubarões foram atacados por orcas e este tipo incidente já foi registrado antes. Mas chamou a atenção o fato de os animais terem se aventurado contra a espécie que está no topo da cadeia alimentar em Dyer Island.
E mais: os "criminosos" em questão sequer se deram ao trabalho de deixar a cena do crime.

"Vimos uma dupla de orcas que acreditamos ser as responsáveis pelas mortes em duas ocasiões. Em ambas, os tubarões-brancos pareceram ter deixado a área", afirma Alison Towner, biólogo do Dyer Island Conservation Trust, especializado nesta espécie de tubarão.
MARINE DYNAMICS / DYER ISLAND CONSERVATION TRUST
Ataques de orca a baleias não são incomuns, mas ataques a tubarões-brancos supreenderam especialistas


Os cientistas também ficaram intrigados com a maneira seletiva com que os cetáceos atacaram a presa: em casos antes registrados, os animais também atacavam a carne do animal.
A seletividade também não é tão incomum: quando caçam baleias, orcas muitas vezes matam filhotes e comem apenas a língua. Uma possível explicação é que alguns órgãos têm concentrações maiores de nutrientes e fornecem, assim, bem mais energia do que o resto da carne - ou seja, esse tipo de alimentação seletiva seria uma forma de conservação de energia.
"O fígado de tubarões-brancos contém o nutriente esqualeno, mas não sabemos se as orcas comeram os outros órgãos ou se eles simplesmente vieram junto com o fígado no ataque", admite a bióloga.

Por enquanto, o que se sabe é que as orcas conseguiram afetar até a indústria do turismo em Western Cape. Empresas que promovem passeios de observação de tubarões relatam que diversas viagens terminaram sem que um único animal fosse avistado.

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Inscrição de 11 mil anos relata impacto de meteoro na Terra

A rocha teria se chocado com o planeta há mais de 13 mil anos e provocado o início de uma nova Era do Gelo
A rocha teria se chocado com o planeta há mais de 13 mil anos e provocado o início de uma nova Era do Gelo

Uma rocha de quase 11 mil anos traz o relato do impacto de um asteróide na Terra durante o ano de 10.950 a.C., feito por nossos ancestrais da época. As inscrições estão em um dos pilares de um dos templos mais antigos do mundo: conhecido como Göbekli Tepe, na Turquia. O meteoro poderia ter sido a causa de uma pequena Era do Gelo, conhecida como Dryas Recente, que durou mil anos e que foi crucial para o desenvolvimento humano na Terra.

Os desenhos, presentes em um pilar conhecido como Vulture Stone, foram decifrados por arqueólogos das Universidade de Edimburgo, no Reino Unido, e mostravam diversas representações de animais.

Demorou um pouco para os pesquisadores notarem que as imagens se tratavam, na realidade, de constelações. Uma delas seria justamente a indicação de um "enxame" de asteróides que atingiu o planeta quase dois mil anos antes de serem feitos os entalhes. Cruzando essas informações com dados fornecidos por simulações do Sistema Solar na época foi possível confirmar a existência dos meteoros relatados.

Segundo especialistas, a hipótese de que uma chuva de rochas espaciais foi a grande responsável por inciar o Dryas Recente ganhou mais um reforço com a descoberta. O fenômeno causou a extinção do mamute lanoso, mas também ofereceu uma grande oportunidade para a evolução do homem no planeta.

Foi por causa da severa falta de alimento que nossos ancestrais começaram a praticar a agricultura e a estabelecer comunidades. Uma análise de núcleos de geleiras encontradas na Groelândia mostra que o Dryas Recente iniciou-se no ano de 10890 a.C., data próxima ao do choque do meteoro relatado.

Além do metero, a descoberta também pode revelar mais sobre a utilização da caverna. Segundo eles, o local pode ter sido usado para a observação astronômica. Se a hipótese for confirmada, a instalação revela como a astronomia é uma atividade muito mais antiga do que pensamos.

(Com informações do ScienceAlert)

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