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segunda-feira, 19 de junho de 2017

‘Pastor’ é preso por fornecer fuzis para traficantes de São Gonçalo

Sebastião é acusado de transportar sete fuzis que tinham como destino o Morro do Martins
Foto: Divulgação

Acusado de fazer o transporte de fuzis que vinham da Bolívia para o Morro do Martins, em Neves, São Gonçalo, Sebastião Braz Da Fonseca Neto, de 49 anos, foi preso por policiais da Delegacia Especializada em Armas, Munições e Explosivos (Desarme), na noite da última sexta-feira, em Pedra de Guaratiba, Zona Oeste do Rio.

Traficante internacional de armas, Sebastião se apresentava como pastor de uma igreja evangélica. Contra ele, havia um mandado de prisão expedido pela Justiça Federal, cuja pena de condenação era de sete anos e seis meses de reclusão.

Sebastião foi preso pela primeira vez por agentes da Polícia Rodoviária Federal (PRF), em 2010, quando tentava transportar sete fuzis “Bushmaster”, modelo M-15, calibre 5,56. O armamento, fabricado nos Estados Unidos, havia sido adquirido na Bolívia e fortaleceria o arsenal de traficantes da comunidade de São Gonçalo.

Na época, Sebastião foi flagrado pela PRF na BR-262, entre Miranda e Corumbá, no Mato Grosso do Sul, em companhia de Francisco Ferreira Moura, 43 anos, que também se apresentava como pastor evangélico. Na abordagem, os dois disseram aos policiais que tinham ido até Corumbá, que faz fronteira com a Bolívia, para fazer pregação aos fiéis da congregação “A mão de Deus está aqui”, de Três Lagoas, no bairro Vila Nova. Entretanto, a dupla estava visivelmente nervosa e acabou apresentando contradições em seus depoimentos. Após realizarem uma minuciosa revista no automóvel, os agentes encontraram as sete armas escondidas em um compartimento de fundo falso nas portas dianteira e traseira e no assento traseiro do veículo. Segundo os agentes, eles receberiam R$ 20 mil pelo transporte do armamento.


No início do mês, policiais civis apreenderam 60 fuzis no terminal de cargas do Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro (Galeão). Quatro pessoas foram presas durante a ação, entre elas o empresário João Vítor Silva Rosa e seu comparsa, José Carlos dos Santos Lins. Os dois seriam os responsáveis pela distribuição das armas em comunidade de São Gonçalo.

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