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quarta-feira, 28 de setembro de 2016

Imagens da NASA mostram algo se movendo em Marte

Há muito tempo os pesquisadores acreditam que Marte seja um planeta morto, sem organismos vivos em sua superfície, mas teorias e pontos de vista recentes mudaram drasticamente esta opinião durante a última década sobre o planeta vermelho. Desde a descoberta de água líquida na superfície de Marte, a picos de metano anômalos registrados pelos Rovers da NASA, existem inúmeras descobertas que estão sendo feitas na superfície de Marte que vão contra tudo que nós pensávamos que Marte era.
Imagens recentes de satélites aparentemente registraram um outro fenômeno misterioso na paisagem empoeirada marciana. Algo parece estar se movendo em Marte. As imagens de satélite revelam o que parecem ser formações geológicas que foram movidos ou estão se movendo em linha reta sobre a superfície de Marte, deixando atrás de si um rastro inesperado.

Mas … estamos falando de Marte, um planeta desolado de acordo com a NASA, onde não se espera que algo se mova sobre a superfície, então o que está acontecendo? É possível que estes movimentos misteriosos na superfície foram causados ​​pela água, como alguns sugerem? Ou é possível que redemoinhos de areia, que não são incomuns, tenham causado esses padrões misteriosos?
Segundo os pesquisadores, redemoinhos de areia podem ser os responsáveis, mas há algumas coisas que simplesmente não batem com essa teoria. Olhando para as imagens do satélite, você pode notar que a trilha deixada para trás parece ser relativamente simples. Se estes movimentos foram o resultado de redemoinhos de areia, então, seria mais provável que esses rastros fossem curvos ou em zig-zag.


Se não foram redemoinhos de areia … o que mais poderia ter sido?
Bem, a outra teoria é que o misterioso fenômeno foi causado pelo fluxo de água na superfície, mas como a teoria mencionada acima, esta também não bate com as imagens. Simplificando, as particularidades da trilha são muito simétrica e não correspondem a uma trilha típica deixa pelo fluxo de água.

Não é água e nem redemoinhos de areia … então seriam alienígenas?

Bem, não vamos nos precipitar. Alienígenas são a última e menos provável solução de acordo com os cientistas, os ufólogos acreditam firmemente que isso seja algo deles. Caçadores de OVNIs acreditam que uma das imagens tem uma característica única que pode nos ajudar a identificar a causa exata do movimento anômalo. Olhando atentamente para as imagens, os ufólogos dizem que um objeto brilhante e misterioso é visto ao lado da formação geológica, considerando a distância em que a imagem foi tirada, o objeto em questão é gigantesco. O objeto também está deixando um rastro misterioso por trás dele de acordo com ufólogos, uma trilha especial e diferenciada que se estende ao longo da formação geológica.
Então, o que está causando esses movimentos? Será que estamos olhando para algum tipo de dispositivo alienígena como muitos ufólogos sugerem? Nos últimos seis meses foram disponibilizados um número de imagens misteriosas de Marte. Em algumas dessas imagens, Ufólogos identificaram uma série de objetos estranhos que certamente não se parecem com formações geológicas comuns.

Parece que Marte é, de longe, mais misterioso do que imaginávamos e ele certamente vai nos dar muito o que falar em um futuro próximo.
O que você acha que esses rastros possam ser? Tem alguma teoria?


Mini tornado em Marte é registrado pela sonda Opportunity

Um grande redemoinho em Marte foi descoberto pela sonda Opportunity enquanto ela estava a procura de minerais formados por antigos fluxos de água, nas encostas íngremes da superfície marciana. Essa missão existe para determinar se já existiu vida no Planeta Vermelho.


"Sim, este é um lindo redemoinho na região da Cratera Endeavour, em Marte", disse Ray Arvidson, investigador principal da missão Opportunity, da Universidade de St. Louis.

O novo redemoinho, ou mini-tornado, pode ser visto nessa imagem que mostra o terreno chamado Marathon Valley, e a trilha deixada pela sonda enquanto percorria a região. É mesmo uma visão fascinante!

Créditos: NASA / JPL / Cornell / Ken Kremer / Marco Di Lorenzo
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A imagem foi montada em um mosaico, contendo fotografias coloridas e inalteradas no dia Sol 4332 (1° de abril de 2016).

Logo após o encontro com o redemoinho, o rover seguiu na direção sudoeste para continuar sua pesquisa por traços de filosilicato, que é um mineral formado em condições úmidas e não ácidas, propícias para a origem da vida a bilhões de anos atrás, quando o Planeta Vermelho não era tão seco. "Marathon Valley é um local excelente para essas pesquisas. Parece uma região de mineração", disse Ray.

A região de Marathon Valley tem cerca de 300 metros, e passa pela borda da Cratera Endeavour de oeste a leste, a mesma direção que estava sendo percorrida pelo rover. A Cratera Endeavour tem cerca de 22 km de diâmetro, e está sendo explorada pela sonda Opportunity desde 2011, quando chegou na região. Confira a jornada da sonda Opportunity:

Jornada da sonda Opportunity após 12 anos de missão.
Créditos: NASA / JPL / Cornell / Ken Kremer / Marco Di Lorenzo
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Redemoinhos em Marte - eles são ótimos!

Além de nos proporcionar uma visão quase surreal, os mini-tornados marcianos ajudam (e muito) os rovers espalhados por lá. Eles estão associados a primavera de Marte, e esses ventos fortes limpam os painéis solares, que geralmente vão perdendo sua eficácia com tanta poeira. "Esses redemoinhos podem até ser grandes amigos das sondas, e eu coloco um sorriso no rosto quando vejo um deles", disse Jim Green, diretor de Ciências Planetárias da NASA.

Em Sol 4332 (01/ABR/2016), quando ocorreu o encontro entre o rover Opportunityu e o redemoinho, 209.200 fotos já haviam sido feitas, e mais de 42 km foram percorridos. Isso é muito mais do que uma maratona!


Essa não foi a primeira vez

Redemoinhos de poeira não são fenômenos que ocorrem apenas aqui na Terra, afinal, eles também são comuns no Planeta Vermelho.

Na década de 1970, a sonda espacial Viking fotografou o primeiro redemoinho marciano, e desde então, esses fenômenos são vistos de tempos em tempos. Em 1997 a sonda Mars Pathfinder registrou a ocorrência dos redemoinhos, e mais tarde, a sonda Spirit registrou várias fotografias de um grande redemoinho que passou bem ao seu lado.


Redemoinho de poeira registrado em Marte pela sonda Spirit, em 05 de agosto de 2005.
A duração original do primeiro ao último frame foi de quase 10 minutos.
Créditos: NASA / Spirit

Os redemoinhos em Marte são cerca de 50 vezes maiores do que os redemoinhos da Terra, e apesar de ajudarem na limpeza dos painéis solares, eles representam um perigo para futuras missões tripuladas. Acredita-se que eles sejam os responsáveis pela misteriosas linhas que volta e meia aparecem na superfície do Planeta Vermelho.

Fonte: UniverseToday / NASA / Wikipedia
Imagens: (capa-Opportunity) / NASA / JPL / Cornell / Ken Kremer / Marco Di Lorenzo / NASA / Spirit
Galeria do Meteorito 






Bola de fogo é vista cruzando o céu da Austrália

Fenômeno foi visto na noite de ontem e assustou os moradores de Queensland. Confira o vídeo


Meteoros são produzidos por pedaços de asteroides que ao entrarem em contato com a atmosfera da Terra causam uma faixa brilhante no céu (Divulgação)

Os moradores da parte central de Queensland, na Austrália, foram surpreendidos por um clarão no céu acompanhado de um forte tremor de terra na noite da última segunda-feira. “Um impacto proveniente de um meteoro parece a melhor explicação até o momento para o estrondo e o brilho do fenômeno”, afirmou David Parkinson, professor de cosmologia da Universidade de Queensland ao site local The Gladstone Observer.

Meteoros são produzidos por fragmentos de asteroides que, ao entrarem em contato com a atmosfera da Terra, deixam um rastro brilhante no céu – popularmente conhecido como estrela cadente. A incandescência é resultado do atrito do objeto com o ar, e a onda de choque pode eventualmente resultar em leves tremores.
Uma representante do departamento de pesquisas geológicas do governo australiano, Geosciences Australia, confirmou que houve um tremor na região próxima às 20h30 no horário local, e informou que não se tratava de um terremoto.
Moradores da região relataram o ocorrido nas redes sociais, afirmando que viram a bola de fogo cruzar o céu e logo depois sentiram um tremor em suas casas. De acordo com o Observer, a polícia local recebeu diversas ligações de pessoas afirmando terem visto a mesma coisa. Em uma página do Facebook, Jacques Reimers relata que estava na praia de Boyne Island quando viu o clarão no céu. No instante seguinte, ouviu o estrondo e sentiu o impacto em seu carro. “Foi uma experiência incrível”, afirmou.
Confira abaixo o momento do clarão:







terça-feira, 27 de setembro de 2016

Anaconda de 10 metros encontrada no Pará, pode ser a maior já encontrada:

Trabalhadores da construção civil encontraram essas Anaconda em um canteiro de obras:  


Ela já está sendo chamado de “a maior cobra da história.” Embora os números não foram confirmados, especula-se que o animal pesa cerca de 400 kg (880 libras), e de 10 metros (32 pés) de comprimento, e mede um robusto 1 metro (3,2 pés) de diâmetro.
O vídeo feito em fevereiro mostra a cobra que foi encontrada em um canteiro de obras em Altamira, Pará; Trabalhadores da construção encontraram o réptil depois de uma explosão controlada em uma caverna como parte de algum trabalho de construção perto da barragem de Belo Monte, de acordo com a descrição do vídeo.
Registros oficiais da maior cobra permanecem inconclusivos, com os relatos duvidosos que remontam ao início dos colonizadores europeus, no entanto, este canto da América do Sul é bem provável quando se trata destas serpentes gigantes. Houve relatos credíveis de anacondas verdes que crescem até 8,8 metros (29 pés), de acordo com a National Geographic.
A maior cobra de todos os tempos também na América do Sul. Cinquenta e oito milhões de anos atrás, alguns fósseis encontrados na Colômbia indicavam uma serpente de 12 metros de comprimento (40 pés) Titanoboa.



- KF

Acredite se quiser: existe algo maior que o sol em nosso sistema solar

O sol é uma estrela, por isso, é muito maior até mesmo do que Júpiter, o maior planeta do nosso sistema solar.
Mas ele não é a maior coisa no sistema que gira em torno dele. É algo feito do próprio astro-rei, mas que é quase invisível aos nossos olhos.

A atmosfera exterior do sol gera uma bolha magnética enorme, chamada de heliosfera, que é a maior estrutura contínua do sistema solar.

Júpiter é grande o suficiente para comportar 1.000 Terras. No entanto, 1.000 Júpiteres cabem dentro do sol. E o tamanho da heliosfera? Puff…
Várias explosões nucleares acontecem dentro do sol. Esta bola de gás e plasma é grande o suficiente para ter o tipo de pressão interna que obriga o hidrogênio a transformar-se em hélio através da fusão nuclear.
Lá no fundo da nossa estrela, onde milhões de toneladas de hidrogênio se fundem em hélio a cada segundo, o calor resultante, ao lado de outros tipos de energia, move-se em direção à superfície, trazendo junto um monte de partículas carregadas. Um inferno nuclear como este também bagunça o campo magnético solar.
Eventualmente, tudo atinge a superfície do sol, onde as coisas ficam violentas. Não há nada lá para parar a luz solar, as partículas carregadas e o campo magnético de viajar para o espaço.
Buracos nas camadas superiores da atmosfera do sol vazam continuamente um vento de partículas carregadas. A estrela, por vezes, tem episódios onde rajadas de campos magnéticos e até 1 bilhão de toneladas de matéria carregada são atiradas da sua superfície a milhões de quilômetros por hora.

Os cientistas chamam essa explosão toda de heliosfera. O campo magnético da Terra e sua atmosfera densa nos protegem de seus piores efeitos. Esta corrente de partículas carregadas e campos magnéticos flui principalmente em torno de nós e segue viajando até Júpiter e mesmo muito além de Plutão.

A heliosfera começa a perder energia depois que sai do sol, por isso tem que terminar em algum lugar. Ninguém sabe ao certo onde, no entanto. Mas esta bolha magnética solar deve ficar, em algum ponto, demasiada fraca para empurrar para trás o vento interestelar.
A única coisa que temos certeza é que a heliosfera envolve todo o sistema solar, incluindo o sol. É definitivamente a maior estrutura contínua na nossa região do universo. [KnowledgeNuts]

- KF

Estranho portal conecta Terra ao Sol

Portais magnéticos se abrem aproximadamente a cada oito minutos para conectar nosso planeta com o Sol.
Quando o portal se abre, cargas de partículas altamente energéticas podem viajar 150 milhões de km através da passagem, de acordo com cientistas espaciais.

O fenômeno recebeu o nome “evento de transferência de fluxo” ou FTE (de flux transfer event, em inglês). Ele é real e ocorre com o dobro da freqüência que qualquer pessoa poderia imaginar. “Dez anos atrás eu tinha certeza que eles não existiam, mas agora a evidência é irrefutável”, disse o astrofísico estadunidense David Sibeck.
Explosões dinâmicas
Os pesquisadores já sabiam que a Terra e o Sol deveriam estar conectados. Por exemplo, partículas solares incidem na Terra constantemente por causa do vento solar e freqüentemente seguem as linhas do campo magnético que conectam a atmosfera do Sol com a terra firme. As linhas do campo permitem que as partículas penetrem amagnetosfera da Terra; o escudo magnético que envolve nosso planeta.
Uma das hipóteses sobre a formação do evento é que o lado da Terra que está de frente para o Sol pressiona o campo magnético da Terra contra ocampo magnético do Sol. E a cada oito minutos os dois campos se conectam brevemente, formando um portal através do qual as partículas podem fluir. O portal toma a forma de um cilindro magnético com a largura da Terra.
Mais de um FTE podem se abrir em um mesmo momento e eles ficam abertos entre 15 e 20 minutos. Algumas medições foram feitas com sondas da Agência Espacial Européia e da NASA que voaram através destes cilindros e nas suas bordas. Apesar das sondas terem conseguido medir a largura de um FTE o seu comprimento ainda é incerto. Mas uma medida preliminar concluiu que teria mais de 5 raios da Terra (um raio da Terra tem cerca de 6.400 km).
O astrofísico Jimmy Raeder, da Universidade de New Hampshire, nos EUA, criou uma simulação computadorizada com estes dados e concluiu que osportais FTE cilíndricos tendem a se formar sobre o equador até que em dezembro eles deslizam sobre o Pólo Norte. Em julho eles deslizariam sobre o Pólo Sul.
Parece também que existem fluxos ativos e passivos o que faz com que ocorram com o dobro da freqüência que se pensava antes.
Os fluxos ativos permitem que as partículas passem com facilidade, formando dutos de energia importantes para a magnetosfera da Terra e os cilindros passivos ofereceriam mais resistência para as partículas que transitam.
Os cientistas ainda estão empenhados em descobrir porque os portais se abrem a cada oito minutos e como os campos magnéticos no seu interior se torcem e enrolam. [LiveScience]

- KF

Ouça o assombroso som de Júpiter gravado pela sonda Juno

Missão da NASA promete revelar os vários mistérios do maior planeta do Sistema Solar




(FOTO: NASA)

Asonda Juno, da NASA, ainda nem entrou na órbita de Júpiter (a chegada está programada para hoje), mas já traz algumas novidades. Uma delas é o som assustador que a sonda gravou ao se aproximar do maior planeta gasoso do Sistema Solar, em 24 de junho.
Segundo os astrônomos, trata-se de um choque em arco, causado quando a sonda ultrapassa o limite do gigantesco campo magnético de Júpiter. Assim como na Terra, o campo protege o planeta dos violentos ventos solares. Ouça:


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